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Milhares de cristãos em todo o planeta andam em decadência espiritual por falta de conhecimento da palavra de Deus.

Quando há muitos anos Deus chamou Abraão da Terra de Hur dos Caldeus a fim de que este se deslocasse até uma terra até então não revelada, iniciava-se uma longa e maravilhosa história de manifestações sobrenaturais do Deus Jeová. O propósito de Deus, no entanto, foi que esta história não ficasse perdida com o tempo. Moisés, comumente aceito como o primeiro escritor bíblico foi um dos homens escolhidos por Deus para registrar uma parte de tantos acontecimentos extraordinários para com o povo de Israel. Posteriormente, outros homens foram escolhidos pelo dedo de Deus para esta tão nobre tarefa.

Após o fechamento do cânon bíblico com o livro do Apocalipse, escrito pelo apóstolo João por volta do ano 96 d.C., estava completo o conjunto de livros que formam o livro perfeito: a Bíblia Sagrada. Mas a história deste livro seria também marcada com o sangue daqueles que morreram por não negá-la e com a tirania dos imperadores romanos que procuraram extingui-la. Por vezes poucos exemplares restaram, contudo Deus sempre moveu o seu braço em favor da preservação do seu livro.

Tudo isso aconteceu para que saibamos valorizar o uso da Bíblia em nosso lar, em nossa cultura e em nossa vida. Um dos conselhos apostólicos é: “Persiste em ler...” (1Tm. 4.13). Conselho este que tem sido esquecido por grande parte dos que se dizem cristão, mas que devem ser postos em evidência pelos que deveriam agradar a Deus. Leia a Bíblia, ela é a Palavra de Deus para você.
Pergunta: "Por que orar? Qual o sentido em orar se Deus conhece o futuro e já está no controle de todas as coisas? Se não podemos mudar a opinião de Deus, por que devemos orar?"

Resposta:
Por que orar? Por que orar se Deus já está no perfeito controle de tudo? Por que orar se Deus sabe o que vamos pedir antes que o façamos?

(1) A oração é uma forma de servirmos a Deus (Lucas 2:36-38). Oramos porque Deus nos ordena que o façamos (Filipenses 4:6-7).

(2) A oração é exemplificada para nós por Cristo e a igreja primitiva (Marcos 1:35; Atos 1:14; 2:42; 3:1; 4:23-31; 6:4; 13:1-3). Se Jesus achava que valia a pena orar, também devemos achar.

(3) Deus determinou a oração como meio para que pudéssemos obter Suas soluções em inúmeras situações:

a) Preparação para grandes decisões (Lucas 6:12-13)
b) Derrubar barreiras demoníacas na vida das pessoas (Mateus 17:14-21)
c) Ajuntamento de obreiros para a colheita espiritual (Lucas 10:2)
d) Obtenção de forças para vencer a tentação (Mateus 26:41)
e) Um meio de fortalecer a outros espiritualmente (Efésios 6:18-19)

(4) Temos a promessa de Deus que nossas orações não são em vão, mesmo se não recebemos especificamente o que pedimos (Mateus 6:6; Romanos 8:26-27).

(5) Ele prometeu que quando pedirmos por coisas que estejam de acordo com Sua vontade, Ele nos dará o que pedirmos (I João 5:14-15).

Às vezes Ele atrasa Sua resposta de acordo com Sua sabedoria e para o nosso benefício. Nestas situações, devemos ser perseverantes e persistentes em oração (Mateus 7:7; Lucas 18:1-8). A oração não deve ser vista como nosso meio de obter que Deus faça nossa vontade na terra, mas como um meio de obter a vontade de Deus feita na terra. A sabedoria de Deus, em muito, excede a nossa.

Em situações para as quais não sabemos especificamente qual a vontade de Deus, a oração é o meio de discerni-la. Se Pedro não tivesse pedido a Jesus para chamá-lo para fora do barco até a água, teria perdido tal experiência (Mateus 14:28-29). Se a mulher síria cuja filha estava influenciada pelo demônio não tivesse orado a Cristo, sua filha não teria sido restabelecida (Marcos 7:26-30). Se o homem cego fora de Jericó não tivesse clamado a Cristo, ele teria continuado cego (Lucas 18:35-43). Deus disse que muitas vezes não recebemos porque não pedimos (Tiago 4:2). Em um sentido, a oração é como compartilhar o evangelho com as pessoas. Não sabemos quem responderá à mensagem do evangelho até que o preguemos. O mesmo ocorre com a oração: nunca veremos os resultados de uma oração respondida até que oremos.

A falta de oração demonstra a falta de fé e a falta de confiança na Palavra de Deus. Nós oramos para demonstrar nossa fé em Deus, que Ele fará assim como prometeu em Sua Palavra, e que abençoará nossas vidas abundantemente mais do que podemos pedir ou esperar (Efésios 3:20). A oração é nosso primeiro meio de ver a obra de Deus na vida de outros. Por ser nosso meio de nos “ligarmos” ao poder de Deus como se nos ligássemos em uma tomada, é nosso meio de derrotar nosso inimigo e seu exército (Satanás e seu exército) que, por nós mesmos, não teríamos forças para vencer. Por isto, que Deus nos encontre sempre perante Seu trono, pois temos um Sumo Sacerdote no céu que pode se identificar com tudo o que passamos (Hebreus 4:15-16). Temos Sua promessa de que “A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos” (Tiago 5:16-18). Que Deus possa glorificar Seu nome em nossas vidas conforme creiamos Nele de forma suficiente para que venhamos sempre a Ele em oração.
Já está em circulação desde o dia 1º de março o Jornal O Guia Cristão. Muitas pessoas já adquiriram o seu exemplar e testemunham da importância de se ter uma referência para a informação cristã na cidade de Apodi. Mensalmente o jornal será veiculado e você ainda poderá fazer a sua assinatura. Ligue para (0**84) 9471-6950 / 9905-0084.
1. CHS leu o Progresso do Peregrino aos seis anos de idade e o releu 100 vezes após isso.

2. A coleção impressa de seus sermões (63 volumes) tem tantas palavras quanto a Enciclopédia Britânica, todavia, ele pregou suas 140 palavras por minuto à partir de uma única folha de anotações, preparada na noite anterior.3. Uma mulher foi convertida lendo uma simples página de um sermão de Spurgeon que ela encontrou enrolada ao redor da manteiga que ela tinha comprado.

4. Antes dos 20 anos de idade, CHS pregou 600 vezes.

5. Aos 19 anos de idade, a Igreja de New Park Street o convidou para um teste de seis meses. Eu aceitaria somente um teste de três meses pois, “Eu não queria me tornar um obstáculo”. Quando ele chegou, em 1854, a congregação tinha 232 membros. Trinta e oito anos depois o total era de 5.317 com outros 9.149 que tinham sido membros (mudanças, mortes, etc.).

6. CHS disse dos políticos: “Eu tenho ouvido: ‘Não traga a religião para a política’. É precisamente para este lugar que ela deveria ser trazida, e colocada ali na frente de todos os homens como um candelabro”.

7. CHS certa vez se dirigiu a uma audiência de 23.654 pessoas sem, é claro, um microfone ou uma amplificação mecânica.

8. Um dia, para testar a acústica de um salão onde ele iria falar, ele falou em alta voz — “Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”. Um trabalhador nas vigas ouviu e foi convertido.

9. A mulher de Spurgeon, Susannah, o chamava, “Sua Excelência”.

10. CHS falava tão fortemente contra a escravidão que os seus publicadores Americanos editavam os seus sermões.

11. CHS recusou ser ordenado e recusou o título “Reverendo”. (Todavia, ele fundou um colégio de pastores).

12. CHS entrevistou pessoalmente todos os membros candidatos na determinação de estar seguro da genuinidade da sua conversão. 14.000/38=368 por ano. (Veja #5 acima).

13. Ele nunca disse à sua congregação em quem votar — mas ele denunciava os candidatos por nome desde o púlpito — e ele distribuía folhetos durante a semana para os oficiais que estavam querendo saber quem ele favorecia.

14. A cada Natal CHS dava presentes individuais aos órfãos dos orfanatos que ele tinha fundado, mesmo quando o número aumentou para aproximadamente mil.

15. CHS lia quase um livro por dia em média. Ele freqüentemente confessava estar ciente de oito grupos (séries) de pensamentos identificáveis em sua mente ao mesmo tempo.

16. Concernente aos orfanatos como obra social, CHS declarou: “O socialismo é somente palavras e teoria. Nós cuidamos tanto dos corpos como das almas dos pobres e tentamos mostrar nosso amor à Verdade de Deus pelo amor verdadeiro”.

17. O colégio de pregadores de Spurgeon fornecia educação geral assim como educação teológica. Não havia taxas fixas.

18. O diretor do colégio, George Rogers, era um pedobatista, mostrando a tolerância e magnanimidade de Spurgeon — mas todos na faculdade tinham que “ensinar as Doutrinas da Graça com dogmatismo, entusiasmo e clareza”.

19. CHS, pelas melhores estimativas disponíveis, foi o instrumento direto e pessoal de Deus de aproximadamente 12.000 conversões.

20. O colégio, diretamente através dos esforços de Spurgeon de propagação com base em sua estimativa de doações, enviou homens resultando na plantação de mais de 200 igrejas.

21. O primeiro livro publicado pela Moody Press foi o All Of Grace [Tudo pela Graça] de Spurgeon. Ele ainda é o bestseller número #1 deles.

22. CHS certa vez pregou uma mensagem sonhando, a qual sua esposa, que estava acordada, registrou em papel. Ele a pregou na manhã seguinte.

23. Havia oração contínua para a obra do Tabernáculo Metropolitano no porão do mesmo.

24. Num culto em 1879, a congregação regular de 4.850 membros deixou o tabernáculo para permitir que novas pessoas, que estavam esperando do lado de fora, tivessem uma chance de vir e ouvir. O edifício imediatamente se encheu de novo.

25. Quando Moddy encontrou Spurgeon e descobriu que ele fumava charutos, ele ficou um tanto surpreendido e desconcertado. Spurgeon lhe assegurou que nunca tinha exagerado. Moody perguntou cortesmente: “E o que você consideraria um exagero?”. Ao que Spurgeon respondeu, “Fumar dois ao mesmo tempo”. É crido que Spurgeon parou de fumar charutos quando a loja de tabaco onde ele os comprava começou a se auto-anunciar como “A Loja Onde Spurgeon Compra Seus Charutos”.

Fonte: Monergismo
No último domingo mais de 50 mil cristãos manifestaram em Mangalore, no Estado indiano de Karnataka, contra o Relatório da Comissão Somasekha sobre os ataques contra dezenas de igrejas em 2008. O relatório cheio de mentiras, escondeu os verdadeiros responsáveis pelas violências anti-cristãs.

Os manifestantes marcharam em silêncio, vestidos de preto e com a boca coberta por uma mordaça. O relatório final da Comissão foi divulgado em 28 de janeiro de 2011 e, segundo o Arcebispo de Bangalore, capital do Estado de Karnataka, Dom Bernard Blasius Moras, tinha um conteúdo “absolutamente hostil à comunidade cristã”, pois absolveu os verdadeiros culpados pela violência que são o governo estadual, o partido do poder, o BJP (Bharatiya Janata Party), os grupos fundamentalistas como o Bajrang Dal, e até mesmo a polícia, que fora acusada no Relatório preliminar.

“Além disso, eles ainda acusaram os cristãos de serem eles mesmos os autores destes ataques, e fizeram acusações de conversões em larga escala, apesar de afirmar que a Igreja Católica não faz proselitismo: procuram assim um modo de dividir a fé católica das outras confissões cristãs”, disse o Arcebispo à Rádio Vaticano.

De acordo com Dom Bernard o relatório pede também que estes grupos cristãos sejam colocados sob o controle do governo. “Há sinais de esteja em preparação uma lei anti-conversão. Fora isso, o relatório deseja também que os fundos e as doações provenientes do exterior sejam administrados pelo governo, e se sugere a criação de um cadastro das religiões. Tudo isso é muito, muito anti-cristão e contra a religião”.

Fonte: Gospel Prime
Com informações Notícias Cristãs
Um dos maiores clássicos da literatura evangélica. Biografias de alguns dos maiores vultos da Igreja de Cristo.

Heróis como:
  • Lutero
  • Finney
  • Wesley
  • Moody
e outros que resolveram viver uma vida de plenitude do evangelho.

O soluço de um bilhão de almas na terra me soa aos ouvidos e comeve o coração; esforço-me, pelo auxílio de Deus, para avaliar, ao menos em parte, as densas trevas, a extrema miséria e o indescritível desespero desses mil milhões de almas sem Cristo.

Medita, irmão, sobre o amor do Mestre, amor profundo como o mar, contempla o horripilante espetáculo do desespero dos povos perdidos, até não poderes censurar, até náo poderes descansar, até não poderes dormir. (Carlos Inwood).

Esta obra contém as biografias de alguns dos grandes servos de Jesus. Não devemos deixar, mediante a leitura deste livro, que os Heróis da Fé hospedem-se conosco, para nos falarem e influenciarem, transformando-nos profundamente para o resto da vida?

O Autor

Orlando Boyer, de saudosa memória, além de ganhador de almas, foi um dos mais fecundos escritores evangélicos.
O Jornal O Guia Cristão está tendo uma boa aceitação tanto em Apodi como em cidades visinhas. Isso confirma que a informação cristã estava às escondidas em se tratando de circulação de jornais evangélicos. O projeto inovador do Ev. Jailton P. de Paiva está entrando em evidência, e tanto em programas de rádio como em blogs na internet está sendo divulgada a nova. Algumas pessoas já tem confirmado a assinatura do jornal e passarão a receber mensalmente a partir de 1º de março.

Assine você também: (0**84) 9471-6950 / 9905-0084.

Acesse: www.oguiacristao.blogspot.com
No dia 1º de março passará a estar em circulação o primeiro jornal evangélico impresso da cidade de Apodi. Este é um projeto que o Senhor tem colocado no coração do Evangelista Jailton P. de Paiva, da Igreja de Cristo em Apodi.

Na cidade de Apodi circulam alguns jornais seculares, mas nenhum jornal evangélico está em circulação. Este é um projeto inovador e, ao mesmo tempo, um grande desafio para os dias atuais.

Com este projeto a informação evangélica estará mais evidente na nossa cidade e região e vidas haverão de ser edificadas espiritualmente.

Segundo o Evangelista Jailton P. de Paiva, este jornal estará contribuindo também para o avanço do Reino de Deus, pois estará sendo utilizado no custeio de alguns projetos da obra de Deus, e o primeiro projeto a ser custeado será a construção de uma casa pastoral em uma comunidade rural da cidade de Apodi.

O jornal será veiculado mensalmente e a assinatura mensal custa apenas R$ 2,00. Para mais informações, assinaturas ou anunciar no jornal, ligar para (0**84) 9471-6950 / 9905-0084.
Sem sombra de dúvida, estamos vivendo dias difíceis em que muitos estão vivendo em decadência espiritual. Nunca esteve tão patente aos nossos olhos o cumprimento da predição feita por Jesus: "E por se multiplicar a iniqüidade, o amor de muitos se esfriará" (Mt 24.12). Porém mesmo diante do que se mostra aos nossos olhos, a postura de muitos crentes em relação a estes acontecimentos é mais fria e calculista ainda. O que a Bíblia expõe como alerta nem sempre é tido como algo que seja motivo de preocupação, mas algo simbólico e superficial. Por isso vemos tantos crentes alvejados pelo comodismo em nossos dias.

            O que se pretende fazer através das palavras seguintes do presente artigo é que nos acautelemos e demos a devida atenção aos alertas promovidos por Deus em sua palavra, para que não sejamos, como muitos, escravizados pela frieza espiritual e pelo comodismo acelerado que tem afetado muitos crentes em todo o mundo.

OS ALERTAS BÍBLICOS ACERCA DO TEMPO EM QUE VIVEMOS

Tempos trabalhosos

            Assim instruiu o apóstolo Paulo ao jovem pastor Timóteo: "Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos" (2Tm 3.16). São tempos trabalhosos pelo fato de existirem homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus. São homens que resistem à verdade, corruptos de entendimento e réprobos quanto à fé. Destes, diz Paulo, devemos nos afastar.

            Estamos vivendo atualmente em tempos trabalhosos em que se cumprem os escândalos, o ódio, a traição e o aborrecimento vaticinados por Jesus em Mt 24.9,10. O crente do século XXI, por sua vez, não deve estar alheio às realidades que o cercam. Temos a responsabilidade de perseverar, e em meio a tempos trabalhosos despertar do sono, conforme Rm 13.11.

TEMPO PARA TODO O PROPÓSITO DEBAIXO DO CÉU

            Nos tempos trabalhosos em que vivemos, para muitos o tempo tem sido uma pedra de tropeço em virtude de não administrarmo-lo de forma correta. Isso porque nem sempre damos prioridade aos propósitos mais importantes do nosso viver. O sábio Salomão nos declara que "tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu" (Ec 3.1).

            Nos tempos trabalhosos em que o crente hodierno vive não podem ser esquecidos os seguintes propósitos espirituais: estar presente na congregação, pregar a palavra, ouvir a voz do Senhor, exortar, orar e buscar o Senhor.

Tempo de estar presente na congregação

“E consideremo-nos uns aos outros, para nos estimularmos à caridade e às boas obras, não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns; antes, admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais quando vedes que se vai aproximando aquele Dia” (Hb 10.24,25).

            Como podemos entender por meio do texto escrito aos hebreus, crentes que professavam sua fé em Jesus Cristo, já naqueles dias adotaram o mau hábito de estarem ausentes quando outros irmãos estavam congregados para adorar ao Senhor.
            Os prejuízos espirituais para aqueles crentes seriam inevitáveis se continuassem procedendo desta forma. Por este motivo, o escritor aos hebreus exortou-lhes a que retornassem à comunhão com os irmãos na congregação, pois este é o desejo de Deus para a vida de cada crente.

Tempo de pregar a palavra

“Conjuro-te, pois, diante de Deus e do Senhor Jesus Cristo, que há de julgar os vivos e os mortos, na sua vinda e no seu Reino, que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina” (2Tm 4.1,2).

            Os tempos em que vivemos são trabalhosos também no que concerne a pregar a palavra do Senhor, mas o crente não deve ficar de braços cruzados enquanto as almas dos homens se destroem por causa do poder do pecado sobre suas vidas. A vinda do Senhor é certa e está próxima. Sejamos, pois, verdadeiros arautos do Rei Jesus e proclamemos as suas verdades a tempo e fora de tempo, como nos aconselha o apóstolo Paulo.

Tempo de ouvir a voz do Senhor

“Portanto, convém-nos atentar, com mais diligência, para as coisas que já temos ouvido, para que, em tempo algum, nos desviemos delas” (Hb 2.1).

            O termo “ouvir”, nas Escrituras, é empregado em dois sentidos distintos: exprimir a capacidade de entendermos sons e expressar a nossa disponibilidade em obedecer à voz de alguém.  Assim sendo, a maior necessidade em relação à voz de Deus é não somente escutá-la, mas sim obedecê-la. O apóstolo Tiago, irmão do Senhor, nos dá um conselho altamente espiritual em sua carta apostólica:

“E sede cumpridores da palavra e não somente ouvintes, enganando-vos com falsos discursos. Porque, se alguém é ouvinte da palavra e não cumpridor, é semelhante ao varão que contempla ao espelho o seu rosto natural; porque se contempla a si mesmo, e foi-se, e logo se esqueceu de como era. Aquele, porém, que atenta bem para a lei perfeita da liberdade e nisso persevera, não sendo ouvinte esquecido, mas fazedor da obra, este tal será bem-aventurado no seu feito” (Tg 1.22-25).

            Nos tempos trabalhosos em que vivemos há muitos crentes que “ouvem, mas não ouvem”, isto é, escutam, mas não obedecem ao que escutam, o que tem levado muitos a se desviarem do caminho da salvação. O escritor aos hebreus, porém, nos exorta para atentarmos com mais diligência para as coisas que temos ouvido, pois a vinda do Senhor é iminente.

Tempo de exortar

“Antes, exortai-vos uns aos outros todos os dias, durante o tempo que se chama hoje, para que nenhum de vós se endureça pelo engano do pecado” (Hb 3.13).

            Exortar significa incitar através de argumentação, urgir por boas obras. É o ato cristão de incentivar outros cristãos a procederem fielmente à palavra de Deus e continuarem a prática das boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas (Ef 2.10).

            Nos dias de hoje, cabe a cada crente comprometido com a palavra de Deus, estimular os seus irmãos ao amor e às boas obras (cf. Hb 10.24), buscando assim o aperfeiçoamento espiritual de cada um e a purificação da nossa alma, para que não venhamos nos endurecer por causa do engano do pecado.

Tempo de orar

“Vigiai, pois, em todo o tempo, orando, para que sejais havidos por dignos de evitar todas essas coisas que hão de acontecer e de estar em pé diante do Filho do Homem” (Lc 21.36).

“Orai sem cessar” (1Ts 5.17).

            Talvez seja este o tempo que o inimigo das nossas almas mais queira roubar de nós. Isso porque quando o crente ora Deus ouve e envia dos altos céus a resposta para a sua petição. O crente deve ter, portanto, a responsabilidade de ser cauteloso quanto a isso e conservar uma vida de comunhão com Deus em oração.

            Tudo o que menos se esperava de Paulo e Silas no cárcere de Filipos por parte das autoridades e dos demais que ali estavam, era que eles começassem a louvar e orar ao Deus dos céus. Quando assim fizeram, no entanto, os grilhões de todos caíram e as selas se abriram por causa do agir do Deus que ouviu as orações daqueles dois homens prisioneiros que ali estavam.

            Quando Pedro e João foram soltos da prisão (cf. At 4.23-31) e retornaram aos seus irmãos em Cristo, contaram-lhes tudo o que havia sucedido anteriormente e como os sacerdotes lhes ameaçaram e ordenaram que não mais ensinassem nem falassem no nome de Jesus. Sabe qual foi a atitude da igreja diante do exposto? Se fosse a igreja contemporânea talvez o máximo que teriam feito seria lamentar e murmurar, mas como era uma igreja que vivia o primeiro amor, a sua atitude foi de contar para o dono da obra os tais acontecimentos e perseguições. A Bíblia nos diz que “[...] tendo eles orado, moveu-se o lugar em que estavam reunidos; e todos foram cheios do Espírito Santo e anunciavam com ousadia a palavra de Deus” (At 4.31).

            Não é tempo de ficarmos de braços cruzados, meu irmão e minha irmã; é tempo de orar!

Tempo de buscar o Senhor

“[...] porque é tempo de buscar o Senhor, até que venha, e chova a justiça sobre vós” (Os 10.12b).

            O século XXI tem sido, para alguns, o tempo da busca por avanços tecnológicos. Para outros tem sido o tempo da busca por recursos financeiros acumulados. Para o crente, porém, deve ser o tempo de buscar o Senhor.

            Infelizmente há cristãos que preferem buscar o Senhor em última instância, quando já desperdiçou muito do seu tempo com paliativos falíveis. Não se deve deixar para buscar o Senhor quando a nossa alma está profundamente angustiada, mas sim em todo o tempo, para que quando soprarem os ventos contrários estejamos prontos a lutarmos contra eles. Cada crente deve entender que todo dia é dia de buscar o Senhor.
Trata-se do Jornal O Guia Cristão, que como uma novidade surge em meio a um tempo de decadência espiritual. O idealista deste novo projeto é o Evangelista Jailton P. de Paiva, da Igreja de Cristo em Apodi que pretende com este projeto levar informações cristãs a toda a população apodiense e de cidades circunvisinhas. "Apodi ainda não possui a veiculação de um jornal evangélico. Com este projeto visamos informar todos quantos se interessarem pelo nosso conteúdo acerca de informações cristãs da nossa cidade e do mundo", diz o Evangelista.

A assinatura mensal do jornal custa apenas R$ 2,00. Para mais informações ou assinatura do jornal ligue para: (0**84) 9471-6950 ou 9905-0084.
Em Cristologia, A Doutrina de Jesus Cristo, Esequias Soares aborda a natureza humana e divina de Jesus Cristo, seus ofícios como: profeta, sacerdote, rei além dos seus títulos e obras. São 13 capítulos nos quais o objetivo é oferecer ao leitor a verdadeira identidade de Cristo como revela a Palavra de Deus, denunciando as idéias errôneas dos céticos e dos cultores heterodoxos. Seu caráter apologético defendendo a Cristologia bíblica, no uso de termos-chave cristológicos, a profundidade no estudo dos ofícios de Cristo e os detalhes e a forma de apresentação: de maneira sistemática e em forma de comentários de passagens bíblicas alusivas ao tema fazem desta obra um valioso compêndio, indispensável para todo aquele que deseja conhecer mais a respeito de Cristo.
De onde nos veio a Bíblia?
Como podemos ter certeza de que só os livros inspirados foram incluídos na Bíblia?
A Bíblia contém erros?
Quais são as cópias mais antigas da Bíblia de que dispomos?
Como podemos ter certeza de que o texto da Bíblia não foi mudando ao longo dos anos?
Por que há tantas traduções da Bíblia, e qual delas devo usar?


Essas são apenas algumas das muitas perguntas importantes acerca da Bíblia, cujas respostas são debatidas neste livro. 
Com simplicidade e clareza, os autores discutem os seguintes aspectos, dentre outros: a inspiração, o cânon bíblico, os principais manuscritos, a crítica textual, as traduções mais antigas e as versões modernas. À medida que vão cobrindo todo o campo de introdução ao estudo da Bíblia, encontram-se por todas as páginas do livro explicações cuidadosas dos pontos mais significativos.

Este livro é ideal para seminários e institutos bíblicos, estudo bíblico em grupo, para classes de escola dominical e para o estudo pessoal da Bíblia.
  • Como experimentar o reavivamento?
  • Quais os obstáculos ao reavivamento?
  • De quem é a responsabilidade pelo reavivamento?
  • Por que precisamos de um reavivamento?

"O livro Paixão pelas almas é o apelo mais poderoso em prol do reavivamento espiritual que já tive oportunidade de ler. Verdadeiramente, o Espírito de Deus guiou Oswald Smith na redação deste livro. Fosse eu milionário, poria em cada lar cristão um exemplar deste livro. Depois ficaria esperando, com plena confiança, um reavivamento que sacudiria finalmente o mundo todo." (Jonathan Goforth)

"Parece que apenas uma vez em cada geração, Deus ergue um homem com tantos dons e talentos. Nenhum outro homem dos nossos dias está mais qualificado para escrever acerca da paixão pelas almas que Oswald Smith. Seus livros têm sido usados pelo Espírito Santo para gravar algo precioso, como com ferro em brasa, no mais profundo de minha alma, e têm exercido uma extraordinária influência sobre minha vida e meu ministério." (Billy Graham)
Existem muitos textos da Bíblia Sagrada que são interpretados de forma isolada, e com isso muitas heresias e falsas doutrinas têm sido propagadas no decorrer da história da Igreja de Cristo. Um dos versículos que tem sido tomado de forma solitária com o pretexto de fundamentar falsas doutrinas é o de Jo 3.5, onde no decorrer do seu diálogo com Nicodemos, príncipe dos judeus, o Senhor Jesus lhe disse: “[…] na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito não pode entrar no reino de Deus” (Jo 3.5).

A que se refere Jesus quando usa a palavra “água”? Há alguns que acreditam e pregam que Jesus refere-se, no texto em questão, ao batismo. Há também alguns que, de uma forma ainda mais equivocada, afirmam que o Senhor está se referindo ao seu próprio batismo nas águas, como é o caso dos seguidores de Paul C. Jong, fundador de um movimento pseudo-religioso chamado “Missão Nova Vida”, o qual afirma em um de seus livros distribuídos gratuitamente:

“O que são então essa ‘água’ e esse ‘Espírito’ que nos leva a nascer de novo? A água na Bíblia diz respeito ao ‘batismo de Jesus’. Por que Jesus, sendo Deus, foi batizado por João Batista? Foi para mostrar sua humanidade? Para declarar que ele era o messias? Não. Não foi por isso.”[1]

Os que dizem estar Jesus referindo-se ao batismo nas águas devem encarar a seguinte implicação: quem não for batizado nas águas não terá o direito de entrar no reino de Deus, ou seja, não poderá ter direito ao céu, e consequentemente será condenado ao inferno. O que dizer, então, do malfeitor arrependido que foi crucificado juntamente com Jesus? O tal homem não foi batizado nas águas, contudo Jesus garantiu a salvação:

“E disse a Jesus: Senhor, lembra-te de mim, quando entrares no teu reino. E disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje mesmo estarás comigo no Paraíso” (Lc 23.42,43).

Mas dirá alguém: “o malfeitor não foi batizado nas águas porque não teve uma oportunidade; está é uma exceção”. Temos, então, uma contradição. Precisamos abraçar apenas uma das duas opções: ou o malfeitor arrependido foi para o inferno por não ser batizado nas águas, ou não é necessário o batismo para que alguém seja salvo.

O batismo, na verdade é meramente um ato representativo do nosso arrependimento (cf. 1Pe 3.21) e um testemunho da nossa fé. Por este motivo, o foco principal do apóstolo Paulo não era o batismo nas águas, mas a pregação do evangelho de Cristo:

“Porque Cristo enviou-me não para batizar, mas para evangelizar; não em sabedoria de palavras, para que a cruz de Cristo se não faça vã” (1Co 1.17).

E se a água refere-se ao batismo de Jesus, como afirmam os seguidores de Paul C. Jong, e se é preciso crer no batismo de Jesus para alguém ser salvo, como afirmam, por que os apóstolos não pregavam a necessidade de crença no batismo? Logicamente, entendemos que verdadeiramente precisamos crer em Jesus para sermos salvos (Rm 10.17), e quem crê em Jesus de forma sincera, consequentemente crê em todos os seus atributos. Por este motivo simples, Paulo, em sua pregação não reconhecia a necessidade de discorrer sobre o batismo de Jesus, mas sobre a sua crucificação:

“Porque os judeus pedem sinal, e os gregos buscam sabedoria; mas nós pregamos a Cristo crucificado, que é escândalo para os judeus e loucura para os gregos” (1Co 1.22,23).

Mas o que significa, então, a “água” em Jo 3.5? A “água” é usada num sentido figurado para representar a palavra de Deus, a qual verdadeiramente nos limpa (cf. Jo 15.3; Ef 5.26). É através da Palavra de Deus que nascemos de novo, e não pelo batismo, pois está escrito:

“Segundo a sua vontade, Ele nos gerou pela palavra da verdade, para que fôssemos como primícias das suas criaturas” (Tg 1.18).

“Sendo de novo gerados, não de semente corruptível, mas da incorruptível, pela palavra de Deus, viva e que permanece para sempre” (1Pe 1.23).

Concluímos, então, que na verdade o novo nascimento se dá pela palavra de Deus e pelo Espírito de Deus, e que a “água” que nos faz nascer de novo é a palavra de Cristo, que limpa completamente o nosso interior, não sendo o batismo um ato que garante ou deixa de garantir a salvação.



[1] Você verdadeiramente nasceu de novo da água e do Espírito?, Paul C. Jong, Hephzibah, 2002, p. 7

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